sábado, 23 de janeiro de 2016

Sobre ensinar...

              Trecho da tese: Paulo Freire e a conscientização (2015)
                                        Marinho, Andrea R. B.

              Paulo Reglus Neves Freire, nascido em 19 de setembro de 1921, em Recife, advogado por formação, teve uma trajetória de vida insólita: primeiramente, cidadão pernambucano, desconhecido nos meios intelectuais e educacionais; em seguida, cidadão mundo por força do exílio de quase duas décadas imposto pelo Estado de Exceção e, finalmente, cidadão brasileiro, quando retornando do exílio proclamou, ainda no aeroporto de chegada que “queria reaprender o Brasil”.
            Como tem explicado Romão, em várias de suas alocuções e parafraseando um biógrafo de Maquiavel[1], com o banimento da pátria, “tudo se perdeu e tudo se ganhou”: sem o exílio no exterior, certamente a importante obra de Paulo Freire não teria ganhado a repercussão que ganhou, tornando-o conhecido em todo o mundo. É evidente, porém, que a qualidade da obra é que possibilitou tal repercussão. Paulo Freire dedicou grande parte de sua vida à construção de uma educação (prática) e de uma pedagogia (teoria) que combatesse o elitismo e a exclusão. Fez da preocupação ética o seu compromisso com os oprimidos e com a emancipação de todos; em suma, dedicou-se a educação como prática da (e para a) liberdade. A educação para ele só faz sentido enquanto instrumento de libertação. Quando em seu primeiro livro Educação e atualidade brasileira (2001), configura no Anexo II (p. 117) o “Gráfico que representa o movimento da consciência intransitiva para a transitivo-ingênua, para a crítica e a fanatizada” sumariza genialmente todas os eixos e as categorias que perpassaram sua obra: intransitividade e transitividade; conscientização e alienação; criticidade e ingenuidade; radicalismo e sectarismo etc.
            Fruto de sua história e escolhas, ele percebeu-se como ser inacabado, que construiu seu próprio caminho caminhando, tecendo o hoje no ontem. Tinha seus pontos de vista e, a partir deles, dialogava com as pessoas. É o que dava coerência entre sua prática e teoria. Paulo Freire (1921-1997) era por vida e obra, um humanista.
            Percebe-se a complexidade do que é estudar o legado freiriano, mesmo que sob o ângulo de apenas uma categoria, quando se trata de uma freirianista. E o que dificulta não é o eventual distanciamento de suas práticas em relação à escrita freiriana nem seu referenciamento aos exemplos concretos de intervenção que ele fez, mas, exatamente porque a proximidade a uma obra tão profundamente sedutora pode enviesar a análise crítica pela admiração. Este risco a pesquisadora correu ao longo da realização do trabalho, sendo chamada a atenção todo o tempo pelo orientador, que está convencido de que, inclusive, o caráter panfletário de alguns freirianista mais atrapalha do que ajuda na disseminação da obra de Freire.
            A dialética já se faz necessária desde a primeira leitura e exame dos projetos educacionais de Freire, pois, é na compreensão das totalidades teórico-práticas (práxis) de Freire, isto é, na compreensão contextualizada de suas obras teóricas e práticas que se pode perceber suas consistências e coerências, suas contradições e incoerências e entender a imensidão de seu legado, comprovada na sua disseminação por todo o mundo e por várias áreas do conhecimento: filosofia, ética, estética, antropologia, política, entre outros.
            As produções iniciais de Freire tiveram como berço a sociedade brasileira em transição para a modernização, onde os posicionamentos em disputa pelo poder político estavam centrados em duas forças: agro-comercial e urbano-industrial. Esses foram os grupos hegemônicos em correlação de forças entre 1955 a 1965. O segundo grupo propunha uma ideologia da consciência nacional, visando o desenvolvimento do país.     Essa problemática ideológica ganhou destaque quando Paulo Freire disse que “[...] é preciso aumentar o grau de consciência do povo sobre os problemas de seu tempo e espaço. É preciso dar-lhe uma ideologia do desenvolvimento” (1982, p. 28). Assim, educar as massas populares, transformá-las em povo, seria educar para o desenvolvimento nacional e para o usufruto do mesmo, com consciência transitivo-crítica. (CONTINUA)


[1] Exiliado pelos Médicis em San Cacciano, uma propriedade rural nos arredores de Florença, Maquiavel, que participara de grandes embaixadas políticas no governo anterior, reclamava deprimido que não era convidado para fazer qualquer coisa pelos novos governantes e sua vocação era a política. Para compensar ele se dedicaria à reflexão sobre a política, acabando por produzir sua obra prima, O Príncipe. "Tudo está perdido, escreve Charles Benoist, mas tudo se ganhou. Maquiavel perdeu seu lugar, mas nós ganhamos Maquiavel" (cf. Jean-Jacques Chevallier, 1999, p. 22). 

Paulo Freire, Andrea Marinho, sobre ensinar...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Ações:

Instrução de cursos gerenciais, publicizações de textos acadêmicos, auxílios em metodologias educacionais, gerenciais e formação em políticas, palestras e pesquisas governamentais.

Acredito que um blog, além de ser uma publicidade das ações feitas, deve ser uma utilidade pública.
Este será sempre um espaço para que textos acadêmicos, ações, reportagens, premiações, entre outros sirvam de incentivo e parâmetros para que novas ações aconteçam, e juntos, possamos construir 'outros mundos possíveis'.

O foco desta página será o tripé entre Educação, Gestão e Políticas (minhas paixões). Tudo que articular entre estes pontos será bem vindo aqui! Contribua, mostre seu trabalho!!

Desde 2002, tenho como princípio a ECOPEDAGOGIA, por isto, tudo passará pelo crivo do 'cuidado comigo, com o outro e com o meio ambiente'. Minhas publicações e minhas ações citadas nas primeiras linhas partem desta visão.

A correria louca cotidiana nos leva a fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas sentir nossa existência é fundamental: O que vocês está fazendo no Planeta Terra? Qual seu cuidado com você hoje? E com o outro? Como está o meio ambiente ao seu entorno, sua cidade, seu quintal? Pensou? Sentiu?

Enfim, vamos lá, afinal:
ecopedagogia, andrea marinho, assessoria

domingo, 17 de janeiro de 2016

Círculos de Cultura e tecnologias

O círculo de cultura no contexto das novas tecnologias de informação Uma ação comunicativa para as políticas públicas

Andrea Rodrigues Barbosa Marinho

Resumo


O presente artigo reflete sobre as práticas dos Círculos de Cultura realizados por Paulo Freire na década de 60. Fundamentado no referencial de Habermas, com contribuições de Bakhtin e Vieira Pinto, o texto busca na filosofia da linguagem a orientação da ação pedagógica. No espaço virtual das novas tecnologias da informação, que não é unidimensional, pois traz as possibilidades não só de interação, mas também de acolhimento, reciprocidade, comprometimento, iniciativa e informalidade, é possível realizar a dinâmica do Círculo de Cultura. Espaço em que, dialogicamente, se ensina e se aprende e a dialogicidade mantém viva a relação entre a ação e a reflexão. É pelo diálogo, que implica uma atitude de vida, que os homens e mulheres constroem um mundo humano, refazendo o que já existe na efetivação do processo construtor de políticas públicas socioculturais.


domingo, 10 de janeiro de 2016

Por que um blog sobre gestão, educação e política?

Draª Andrea Marinho (este texto é parte integrante da minha pesquisa de pós-doutorado - FE-USP)

Por que um blog sobre gestão, educação e política?

               Primeiro, faz-se necessário pontuar que o meu olhar  insere-se no contexto inicial de que a educação tem como, um dos seus objetivos, o pleno exercício da cidadania das pessoas. Sabemos que na Grécia Antiga a cidadania – o direito político- era para poucos, pois “apenas a 6 ou 7% da população cabia tal tipo de preocupação. Eram os habitantes da pólis, ou da cidade-estado grega, que tinham direitos e responsabilidade para a mesma.” (MACHADO, 2006, p.19), além disso:
Na Grécia, quem não era político, era chamado de idiotes, de onde se originam palavras como idiotas, idiotismo ou idiossincrasia. Aos idiotas cabia apenas preocupar-se consigo mesmo, como a manutenção da sua vida; somente muito tardiamente a palavra passou a designar alguém desligado da realidade, ou mesmo uma patologia. O futuro da pólis era assunto para políticos. (Op. Cit.)
           
                  Hoje, sobretudo após a assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), o direito à cidadania passou a ser de todos os seres humanos, assim a educação não deve preparar a criança ou o jovem para ser um futuro cidadão, mas sim, ao nascer todos(as) já são cidadãos(ãs) plenos em sua cidadania.
                Ao passo que a criança cresce, vai se constituindo como pessoa à medida que realiza seus projetos, afinal a inteligência humana encontra-se justamente na capacidade de projetar. Em Teoria da Inteligência Criadora, MARINA (1995) registra que mundo é a totalidade de significados que uma pessoa concebe, assim, existem vários mundos possíveis, e, portanto, um não é mais real que outro:
[...] a realidade ganha novas possibilidades quando se integra num projeto inteligente. Assim, de irrealidade em irrealidade, chegamos à realidade, depois de percorrer um longo itinerário de ideias, desenhos, comparações, planos, projetos, maldições e aplausos. Por fim, a ação nos insere irremediavelmente no real. (MARINA, 1995, p.11-12)
                E este real, pode novamente ser mudado a partir de outra irrealidade pensada. Utópico? Sim, claro! Mas quais mudanças aconteceriam se não fossem planejadas por pensamentos utópicos? Aqui germina a Teoria da Inteligência Cidadã, afinal se a inteligência é a capacidade de projetar e a cidadania é o direito inalienável de agir ‘no’ e ‘com’ o mundo, então a comunidade humana pode por meio de projetos coletivos  contribuir também para a criação de uma cidade inteligente, como conceituou Pierre Lévy.
                   Segundo, por que este blog está no cenário da política pública legislativa?
             Já vimos que a cidadania tem seu berço na pólis, logo exercer a cidadania é uma ação política. Diferente de política partidária ou politiquismos, o que se discute aqui é a atuação política do ator ‘no’ e ‘com’ o mundo. A política articula entre o público e o privado, ou seja, entre o interesse de uma comunidade ou o direito de uma pessoa. O que ratifica esta articulação é sua normatização, isto é, as leis que são criadas a partir de interesses ou direitos coletivos. Infelizmente, o que se vê é o desgaste do campo político, sobretudo dos políticos, gerando certa repugnância das pessoas na sua participação cidadã. Aliás, muitas delas acham que basta votar e já exerceram sua cidadania e comportam-se como verdadeiros idiotas – no sentido grego, claro – deixando a cargo do político eleito a mudança da história como se ele fosse um messias que viesse resolver os problemas do município, Estado ou país. Isto não passa de um parasitismo histórico, o qual a cidadania fica relegada à mão do outro gerindo e gestando a realidade que pode em nada ter a ver com a necessidade de um povo. Aliás, é na economia, em SCHUMACHER (1983), que encontramos a seguinte citação:
É geralmente aceito ser a política um assunto por demais importante para deixá-lo a cargo entregue somente aos políticos.[...] O motivo da esperança repousa no fato das pessoas comuns serem muitas vezes capazes de adotar um ponto de vista mais amplo e mais ‘humanista’, do que o normalmente assumido pelos técnicos (políticos). (p.140)
         Ele ainda atribui à educação a tarefa de produzir sabedoria, o que conceitua como potencialidade a capacidade das pessoas de utilizarem os conhecimentos transformando-os em inteligências: tornar inteligível o mundo. O que reforça nossa hipótese.
                Não podemos mudar o mundo – Planeta Terra – de uma só vez, nem é necessário fazê-lo. Já que vimos que existem vários mundos tal qual as culturas que neles estão. Mas, sabemos que a educação é um ato político e a cidadania é: a) ‘escrita’ das pessoas no mundo o qual estão inseridas; b) que pólis é o primeiro espaço de ação cidadã; c) que a política concretiza-se em sua normatização em prol de um coletivo. Então, é no cenário do legislativo, local primeiro da normatização de projetos da pólis, que vamos analisar a participação e construção das políticas públicas pelos cidadãos, local mais que preciso para teorizarmos acerca da educação como potencializadora das inteligências individuais e estas como construtoras da inteligência cidadã: uma inteligência coletiva e criadora: uma nova gestão governamental.
política, educação, pós doutorado, gestão, Andrea Marinho, pólis, projetos

MACHADO, N.J. Epistemologia e didática. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1999.
______. Educação: projetos e valores. 6ª ed. São Paulo: Escrituras, 2006.
______. Cidadania e educação. 4ª ed. São Paulo: Escrituras, 2002.
MARINA, J. A. Teoria da inteligência criadora. Lisboa: Caminho, 1995.
SCHUMACHER, E. O negócio é ser pequeno. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Ecopedagogia e Políticas Públicas

Em seu livro O Ponto da Mutação, Fritjof Capra (1996), nos mostra como o pensamento cartesiano limitou-nos no enfoque de nosso pensamento humano. Descartes nos trouxe uma linha absolutamente racional de pensar – Penso, logo existo – o que nos leva a crer que só o pensamento basta e o conjunto humano referente ao sentir, agir, amar são secundários e até, descartáveis.
A visão cartesiana mecanicista gerou sobre todas as ciências uma forma de pensamento profundamente enraizado em nossa cultura que tem sido amiúde identificado como Método Científico. O que deixou a nossa cultura fragmentada e desenvolveu uma tecnologia e estilos de vida profundamente doentios. Como consequência disso temos a eterna necessidade de autoafirmação que é conseguida por meio de um comportamento exigente, agressivo, competitivo, gerando o poder de uma globalização racista, sexista, onde a violação tornou-se o eixo central de nossa cultura.      
A sociedade atual, com a crise da humanidade, os valores relacionados à justiça, moral e fraternidade perdem o sentido real sentido. Se o trabalho nas políticas públicas for orientado em modelos de cidadãos que são preparados para viverem o mundo da produção, corremos o risco de transformar os alunos em peças da engrenagem capitalista, contribuindo cada vez mais para legitimar a estrutura social contraditória e desumana em que vivemos.
A visão sistêmica da realidade baseia-se na consciência do estado de inter-relação e interdependência essencial de todos os fenômenos tanto físicos, como biológicos, psicológicos, sociais, espirituais e culturais. Ou seja, as propriedades das partes não são propriedades intrínsecas, mas só podem ser entendidas dentro do contexto do todo maior. Desse modo o pensamento sistêmico é o pensamento “contextual”, e uma vez que explicamos as coisas por seu contexto significa que estamos explicando-as considerando o seu meio ambiente, também podemos dizer que o pensamento sistêmico e o pensamento ambientalista. Conduzir os trabalhos na gestão governamental com comunidades e funcionários a voltar a ver a Terra como um organismo vivo e sistêmico nos reporta à ética necessária para um desenvolvimento sustentável. Reporta-nos a ver que somos parte e apenas parte desse sistema, por isso, devemos educar o nosso olhar, as nossas ações e os nossos pensamentos à uma consciência planetária; a Cidadania Planetária. Afinal: “A Terra é uma nação, e os seres humanos, os seus cidadãos” (Rios-92).

              Assim, a função social das políticas públicas parte do princípio da busca do sentido da vida em harmonia com os valores para uma sociedade mais justa, que desenvolve o sentimento de pertencimento e que contemple os direitos da Terra, de seus cidadãos, cidadãs. Parte, sobretudo, do princípio que nossa mente está colonizada por ideias hegemônicas, eurocêntricas e antropocêntricas, por isto, entender que as políticas públicas devem promover ações pautadas nas valorizações das culturas, do meio ambiente, dos seres humanos como parte de um planeta e de novas práticas de nossa população é o princípio fundante de uma política pública também consciente: descolonizar as mentes para transformar ambientalmente as atitudes humanas e construir uma nova cidade,uma nova sociedade é o DESAFIO.
ecopedagogia, políticas públicas, Andrea Marinho, cidadania planetária, gestão governamental

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Política legislativa

Como controlar o representante?

Jairo Nicolau
"O propósito deste texto é explorar certos aspectos do controle eleitoral no Brasil. Mais especificamente, meu objetivo aqui é analisar os mecanismos que vêm sendo utilizados pelos eleitores para controlar a atividade parlamentar no Brasil. Para tanto, irei discutir os instrumentos que os eleitores empregam para punir ou recompensar seus representantes em um país que tem um sistema eleitoral com características muito particulares: lista aberta, possibilidade de o eleitor votar apenas na legenda, possibilidade de os partidos fazerem coliga- ções, grande número de partidos e candidatos concorrendo."

política legislativa; projetos coletivos; eleições, parlamento, democracia, partidos políticos

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Dissertação de Mestrado Círculos de Cultura

Círculo de cultura: origem histórica e perspectivas epistemológicas

Esta dissertação tem como objeto principal os Círculos de Cultura iniciados por Paulo Freire na década de 60. Círculos de Cultura, ações realizadas no Brasil (déc 60) e na África (déc 70) mostram conceitos, categorias, elementos e desenvolvimentos importantes como contributos à história da educação. Os principais conceitos de Paulo Freire como cultura, currículo, ensino, pesquisa, educação e transformação e transdisciplinaridade são trazidos a campo para alinharmos as bases de compreensão para nosso objeto de estudo. A contemporaneidade do processo educativo e as atuais ações acerca dos Círculos são analisadas como re-leitura do trabalho freiriano. Os desafios e perspectivas acerca dos Círculos são estudados tendo a teoria habermasiana, mais precisamente a teoria da ação comunicativa como pano de fundo. Bakhtin e Álvaro Vieira Pinto corroboram nesses estudos fundamentando as possibilidades do diálogo como essência ética e fundante das ações circulares, além de contribuir com a visão tecnológica de tal processo. Os princípios axiológicos como comunhão, busca, iniciativa, conviviabilidade, comprometimento, colaboração, co-responsabilidade e solidariedade são valores que estruturam duas essências do projeto educativo: a dialogicidade e a reciprocidade. Embora feita à busca empírica em diversos usos dos Círculos de Cultura atualmente, nosso trabalho tem caráter predominantemente teórico. Para tanto, foram realizadas pesquisas bibliográficas em obras freirinas e documentos diversos como jornais, e-mails, entrevistas, vídeos, teses, dissertações, trabalhos de conclusão de curso entre outros que se tornaram oportunos. O presente estudo apontou como resultado reflexões a cerca dos usos dos Círculos de Cultura como contributo à educação contemporânea. Fazer a re-leitura do pensamento freiriano alinhavado às teorias habermasianas e bakhtinianas nos mostrou novas possibilidades no processo axiológico de nosso objeto e, principalmente, na formação de professores por meio da filosofia da linguagem.

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